terça-feira, 16 de agosto de 2011

Está cansado da vida que está levando?

Ela, viu a mãe ser morta e queimada por traficantes, passou horrores nas mãos de traficantes...
 
"Eu comi lixo e bebi água do vaso sanitário"

Após perder todos os entes queridos, Bárbara passou por diversas humilhações, até ser acolhida por Deus e encontrar o carinho da família Universal


Muitas das milhões de pessoas que acompanharam o programa da IURD TV apresentado pelo bispo Edir Macedo, desta segunda-feira (15), não puderam conter as lágrimas diante do forte depoimento de Bárbara Oliveira.

A esposa do pastor Claudio Oliveira, falou como conheceu a Deus e qual era a sua situação antes da conversão. Aos 13 anos, quando vivia em um lar destruído, a mãe era traficante e usuária de drogas. Com medo de perder a genitora, ela trancava a própria mãe em casa a fim de protegê-la. “Ela era viciada em cocaína, bebia bastante e durante seis meses a cada ano se tornava lésbica. Eu presenciei tudo isso e nunca conheci o meu pai. Éramos somente ela, minha irmã e eu”, conta.

Tragédia

Mas todo o esforço da filha não foi capaz de salvá-la da morte. Um ano depois, a mãe foi assassinada por traficantes. “A morte dela foi brutal. Eles a molestaram sexualmente, estrangularam, deram um tiro na cabeça com uma arma calibre 12 e ainda queimaram o corpo dela em via pública. Não pude reconhecê-la no Instituto Médico Legal (IML), porque estava irreconhecível e eu era menor”, revela.

A avó de Bárbara havia morrido, assim como cada um dos cinco filhos. Como eles não geraram criança alguma, após o assassinato da mãe, ela se viu completamente só, sem família ou parente algum, além da irmã.

Sozinhas no meio-fio

Ela também lembra que um pouco antes da morte da mãe, Bárbara começou a traficar no lugar dela e, aos 14 anos, já andava armada. “Após o assassinato da minha mãe, eu fugi com a minha irmã (foto ao lado). Nessa época, estava morando com um traficante que era de outra facção. Após o enterro, me vi sentada com minha irmã, no meio-fio, sem termos para onde ir. Como somos filhas de pais diferentes, a levei para a casa dos avós paternos e fui viver a minha vida, mas prometi que um dia voltaria para buscá-la. Eu tinha muito ódio dentro de mim. Apesar de nunca ter matado ninguém, eu gostava de ver as pessoas morrendo. Eu não tinha mais sentimento algum por nenhum ser humano”, lembra. “Teve uma vez que presenciei uma jovem ser queimada viva. Um dos traficantes a mandou beber gasolina e colocou fogo nela. Lembro-me dos gritos de socorro e perdão da garota, mas no tráfico é assim, quem trai ou ‘dedura’, uma espécie de gíria deles, não tem perdão, a morte é certa e com requintes de crueldade”, diz.

Aliciada pela prostituição

Na época, a vida de Bárbara era movida pelo ódio. Com a vida destruída e sozinha, com 15 anos ela saiu de São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro, para tentar uma nova vida na cidade carioca. “Vivia dias de tormento e noites infernais. Na comunidade há um monte de barracos para morar, mas não tem nenhum para estender a mão e ajudar alguém que precisa”, diz.

Com saudades da família, a vontade de Bárbara era encontrar a morte. Por diversas vezes ela relata ter tentado o suicídio, entretanto, por causa da promessa feita à irmã, acabava desistindo da ideia. Ao chegar à Copacabana, zona sul do Rio, ainda bem jovem, Bárbara foi aliciada para a prostituição, mas ao se deparar com as meninas mais experientes, recuou. “Elas me disseram que meu corpo não suportaria o ‘ritmo de trabalho’, pois teria que me deitar com muitos homens em um único dia e que, para isso, eu precisaria cheirar muita cocaína para aguentar. Apesar de ter crescido em um ambiente onde havia muitas drogas, eu nunca usei, pois tinha medo de me tornar uma viciada como a minha mãe. Eu não aceitei e saí correndo. A dona da casa me bateu e disse que eu não precisaria fazer programas, somente atender as ligações e lavar as roupas de todas as outras prostitutas”, conta.

Água gelada? Não, água do vaso sanitário

“Após tanto sofrimento, eu fui evangelizada por um rapaz, que hoje já morreu. Ele havia se afastado da Igreja Universal do Reino de Deus, e me disse ‘vou te levar a um lugar que vai mudar a sua vida. A minha não mudou porque eu não quis, mas você precisa ter essa oportunidade’. Eu fui por consideração, pois não acreditava que algo ou alguém poderia transformar a minha vida. A única coisa que ele me pediu foi para abrir meu coração quando chegasse lá”, lembra.

“Conheci a IURD de Botafogo ainda com 15 anos. A libertação não foi fácil, mas eu perseverei porque sabia que ali era a minha última porta. Quando a cafetina descobriu, passou a me dar comida estragada, água do vaso sanitário, não me deixava tomar banho, para que na Igreja as pessoas sentissem o mau cheiro e não me aceitassem. Mas isso não aconteceu, pelo contrário, as obreiras me tratavam como filha”, conta.

Sem ter outro lugar para ir, algumas vezes dormia na casa da cafetina, onde era trancada ou passava a madrugada na praia de Botafogo a fim de conseguir participar das reuniões. “Na casa dela, se eu quisesse comer comida boa ou beber água gelada a condição era não ir para a IURD, mas eu perseverei, porque tinha a certeza de que era lá que a minha vida mudaria”, enfatiza.

Perseverança

Determinada a ter a vida transformada, Bárbara buscou e alcançou a libertação, porém, o sentimento de mágoa persistia e não conseguia perdoar aqueles que lhe fizeram tanto mal. “Foi uma fase muito difícil, não havia outro caminho para mim. O carinho que eu recebia das obreiras era tão bom! Eu ia suja e ainda assim elas me abraçavam e diziam que sentiam a minha falta. Isso me fazia sentir importante. Batizei-me nas águas. Como eu ainda morava na rua, as outras pessoas achavam que eu não tinha mudado, mas muito já havia sido feito e foi quando eu consegui perdoar. Em seguida, fui batizada com o Espírito Santo e consegui amar todas as pessoas que fizeram mal a mim e a minha família”, diz.

Após a conversão, Bárbara cumpriu a promessa e foi buscar a irmã. “Só voltamos a nos ver quando ela voltou para me buscar. Ela cuidou de mim e hoje é uma grande mulher de Deus. A vida dela hoje é só vitória”, diz a irmã Cintia.

Vislumbrando uma nova mulher

O esposo de Bárbara, pastor Claudio Oliveira (foto ao lado), que na época era membro do Força Jovem, observava o comportamento da jovem e acompanhou o processo de libertação e conversão dela. “Muitas pessoas, quando souberam que me interessei por ela, me falavam para desistir porque ela só ia me atrapalhar. Nem mesmo as pessoas dentro da Igreja acreditavam que Deus poderia fazer o que fez na vida dela. Começamos a conversar, oramos e como ela ainda morava na rua, pedi para que ela fosse morar com a minha irmã”, revela.

Cerca de um ano depois, eles se casaram e hoje servem a Deus no altar. “Eu falo para esse rapaz, essa jovem, que há um caminho de vitória, há um Deus que pode tirá-lo dessa situação, desse barraco, dessa vida de sofrimento. Ele quer te dar a paz, que é o que eu tenho hoje”, assegura.

Para o bispo Edir Macedo, o testemunho de Bárbara comprova que Deus pode mudar a vida de qualquer pessoa, seja qual for a situação. “A IURD acredita naqueles que estão sofrendo, gemendo, urrando de dor. Então você que está perdido, saiba que o Deus de Abraão transformou a vida de Bárbara e pode fazer o mesmo na sua vida”, conclui.
                                                                                                Fonte: www.arcauniversal.com.br
 

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